Na incerteza do que aparece e desaparece...
...sem darmos conta o quanto mexe dentro de nós...
Na indefinição de certezas dentro de incertezas...
Pergunto-me até onde queres ir?
Nos teus braços tudo parece perfeito...
...mas quando saio dessa porta...
...nasce um mar de dúvidas...
que envolve o perfeito de imperfeições...
E tantas questões se põe...
que procuro jamais pensar...
Se me estou a enganar...ou simplesmente a amar.
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