Se me lembro da primeira vez que te vi...com esse sorriso largo...
Essa tua maneira intrometida de ser...e esse despojar de sedução...de uma brincadeira de cartas ....
...em pleno verão...de loucuras...
Com o ar desportivo, calção e t-shirt...e mais aquele elemento...na cabeça que parece o amuleto de sorte, em cada flash...e o finca pé de pareceres um profissional...
...numa noite em que tudo se apronta...de aparências de copos e danças...de ar tranquilo aos olhares atrozes... ou vulgares conhecidos...foste mais longe de onde querias ir...
Não deixaste as hostes adormecer ao canto...e reinaste nos momentos...mas inócuos na altura...cada vez que me lembro dessa noite...dá-me vontade de rir...Gargalhar...
...És talvez o palrador melodioso que conheci...se há dom que tens é esse...esse teu dom de falar e agradar ao primeiro sorriso...
Se houve alturas que disse que preferia não te ter conhecido...foi por pura burrice minha...nunca poderemos dizer isso a alguém...que especialmente brilha só por ser...
Obrigado por teres aparecido...e permanecido...Caçador de Sensações...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
No Lado de lá
No lado de lá...
Há pureza...silêncio...
No lado de lá...
Há uma paz que emana a mente...
No lado de lá..sou eu...
Na cor, no beijo, na gente...
No lado de lá...
Não há ânsias nem vontades...
Há o prazer de estar...
em mim...e nas minhas verdades...
Há pureza...silêncio...
No lado de lá...
Há uma paz que emana a mente...
No lado de lá..sou eu...
Na cor, no beijo, na gente...
No lado de lá...
Não há ânsias nem vontades...
Há o prazer de estar...
em mim...e nas minhas verdades...
Como matar a paixão que nos assola o corpo...
e embriaga a mente...
Como é duro privar de crescer...
...aquilo que se quer ter...
...há uma explosão interior...
...que não pode desabrochar...como uma flor...
E uma insensatez de pensamentos...
Vontades acorrentadas...
em lembranças perdidas de pequenos momentos...
e embriaga a mente...
Como é duro privar de crescer...
...aquilo que se quer ter...
...há uma explosão interior...
...que não pode desabrochar...como uma flor...
E uma insensatez de pensamentos...
Vontades acorrentadas...
em lembranças perdidas de pequenos momentos...
Como matar a paixão que nos assola o corpo...
e embriaga a mente...
E nos corre nas veias...fogosa...
E nos deixa estonteantes de incerteza...
Se palavra matasse a prosa...
Também a paixão morria de certeza...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Aguenta Coração...
Na incerteza do que aparece e desaparece...
...sem darmos conta o quanto mexe dentro de nós...
Na indefinição de certezas dentro de incertezas...
Pergunto-me até onde queres ir?
Nos teus braços tudo parece perfeito...
...mas quando saio dessa porta...
...nasce um mar de dúvidas...
que envolve o perfeito de imperfeições...
E tantas questões se põe...
que procuro jamais pensar...
Se me estou a enganar...ou simplesmente a amar.
...sem darmos conta o quanto mexe dentro de nós...
Na indefinição de certezas dentro de incertezas...
Pergunto-me até onde queres ir?
Nos teus braços tudo parece perfeito...
...mas quando saio dessa porta...
...nasce um mar de dúvidas...
que envolve o perfeito de imperfeições...
E tantas questões se põe...
que procuro jamais pensar...
Se me estou a enganar...ou simplesmente a amar.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Sem Título...
Deixei-te uma mensagem...
Parece-me por vezes mais fácil ler-te do que penso...
...duvido demasiado dos meus pensamentos...
...Se calhar tenho de acreditar muito mais neles do que qualquer outra coisa na vida...
...É difícil racionalizar o que se sente no momento...um clarividência despropositada...
Talvez digas que sou desconfiada...é a melhor maneira justificar a fuga ao assunto...
...Nada de anormal em ti...O baixar de olhos...e a vontade de correr dali...
...sempre que és abordado por qualquer assunto que não queres falar ou pensar...
E com minutos presságio...esqueço-me da hora...
...adormeço de novo nas tuas teias...
Num encantamento...
E dou por ti a correr-me nas veias...
E nesta clarividência despropositada...
que te vai lendo ao sabor do vento...
Acabo por esquecer...o que a sensação revelava...
Parece-me por vezes mais fácil ler-te do que penso...
...duvido demasiado dos meus pensamentos...
...Se calhar tenho de acreditar muito mais neles do que qualquer outra coisa na vida...
...É difícil racionalizar o que se sente no momento...um clarividência despropositada...
Talvez digas que sou desconfiada...é a melhor maneira justificar a fuga ao assunto...
...Nada de anormal em ti...O baixar de olhos...e a vontade de correr dali...
...sempre que és abordado por qualquer assunto que não queres falar ou pensar...
E com minutos presságio...esqueço-me da hora...
...adormeço de novo nas tuas teias...
Num encantamento...
E dou por ti a correr-me nas veias...
E nesta clarividência despropositada...
que te vai lendo ao sabor do vento...
Acabo por esquecer...o que a sensação revelava...
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